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113.08 MB |
| Category: |
Music > Other |
| Date: |
2006-09-22 18:35:15 |
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Description
Naná Vasconcelos - Chegada 2005 Azul Music 01 Alvorada (Benedito Biano - Sebastião Biano) 02 Cascudo "As Sereias Do Caruaru" (Cesar Michiles - Roque Neto) 03 O Canto Do Cisne Negro (Heitor Villa-Lobos) 04 Chegada (Naná Vasconcelos) 05 Dida (Naná Vasconcelos) 06 Sou Do Bem (Naná Vasconcelos) 07 Pra Lá Da Casa De Naná (Lui Coimbra) 08 Tundekagô(Naná Vasconcelos"adaptação-Tradicional da África do Sul) 09 Vôo 2364 (Chico Chagas) 10 Zumbi (Naná Vasconcelos) 01 Alvorada (Benedito Biano - Sebastião Biano) Cesar Michiles : Flauta Chico Chagas : Piano Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violoncelo Naná Vasconcelos : Vocal, Percussões Arranjos: Naná Vasconcelos 02 Cascudo "As Sereias Do Caruaru" (Cesar Michiles - Roque Neto) Cesar Michiles : Flauta Chico Chagas : Acordeon Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violoncelo Naná Vasconcelos : Percussões,Vocal 03 O Canto Do Cisne Negro (Heitor Villa-Lobos) Cesar Michiles : Saxofone Chico Chagas : Piano Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violoncelo Naná Vasconcelos : Percussões,Vocal Arranjos: Naná Vasconcelos 04 Chegada (Naná Vasconcelos) Cesar Michiles : Saxofone, Flauta Chico Chagas : Teclados,Piano Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violoncelo Naná Vasconcelos : Percussões,Vocal Arranjos:Naná Vasconcelos 05 Dida (Naná Vasconcelos) Cesar Michiles : Flauta,Saxofone Chico Chagas : Piano Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violoncelo Naná Vasconcelos : Percussões, Vocal Arranjos: Cesar Michiles - Naná Vasconcelos 06 Sou Do Bem (Naná Vasconcelos) Chico Chagas : Piano Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violoncelo,Charango Naná Vasconcelos : Vocal,Percussões Arranjos: Naná Vasconcelos 07 Pra Lá Da Casa De Naná (Lui Coimbra) Cesar Michiles : Flauta Chico Chagas : Teclados Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violão Naná Vasconcelos : Vocal,Percussões 08 Tundekagô(Naná Vasconcelos"adaptação-Tradicional da África do Sul) Cesar Michiles : Flauta Chico Chagas : Acordeon Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violoncelo Naná Vasconcelos : Percussões, Vocal Arranjos: Naná Vasconcelos 09 Vôo 2364 (Chico Chagas) Cesar Michiles : Flauta Chico Chagas : Acordeon, Piano Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violoncelo Naná Vasconcelos : Percussões Naná Vasconcelos : Vocal 10 Zumbi (Naná Vasconcelos) Chico Chagas : Teclados,Piano Lucas dos Prazeres : Percussão Lui Coimbra : Violoncelo Naná Vasconcelos : Percussões,Vocal Arranjos:Naná Vasconcelos Observação: Músicos não especificados por faixa na ficha técnica do disco e identificados pela autora desta Discografia. Há vozes femininas na faixa 6 para as quais não há créditos na ficha técnica do disco. www.discosdobrasil.com.br _______ Naná Vasconcelos acaba de chegar da Lapônia, no extremo Norte da Finlândia. Foi "levar os instrumentos para passear", como diz --na verdade, foi tocar em um festival. Agora, fica um pouco no Brasil para seu aniversário, em 2 de agosto, dia escolhido para o lançamento de "Chegada" (Azul Music). Reprodução Capa do novo disco, previsto para sair em agosto "A gravadora falou para escolher uma data. Pedi que fosse um presente para mim", diz Naná à Folha Online, às vésperas de completar 61 anos. Dentro de alguns meses, ele terá outro presente: o documentário "Diário de Naná", gravado no Recôncavo Baiano e que desvenda a alma musical da região, sob direção de Paschoal Samora. O percussionista diz estar feliz tanto com o resultado quanto com a forma de produção do novo trabalho, gravado no Recife. "Foi feito ali na hora. É muito ao vivo e vivo. As músicas já estavam prontas, mas os arranjos foram feitos no estúdio, ao vivo", relata. Assim, ficou mais à vontade para passear por diversas batidas, sem compromisso. "Cada composição tem um ritmo que não é necessariamente o maracatu, o baião ou o forró. Não é meu estilo [reproduzi-los]. Componho ritmos, e dentro deles tem isso [outros ritmos]. É uma combinação, assim como dentro do maracatu tem o samba e dentro do samba tem o maracatu." Da mesma forma, a cuíca serve tanto ao samba quanto ao baião, e o berimbau é usado para a capoeira e para o blues. "Transgressões" respaldadas pelos músicos César Michiles (flauta e sax), Lui Coimbra (cello, charango e violão), Lucas dos Prazeres (djembe, conga, pandeiro e percussão) e Chiquinho Chagas (piano, teclados e acordeon), este o último a se juntar ao grupo. Transformação Nesse processo de criação e transformação, "Alvorada" (Sebastião Biano/ Benedito Biano), uma marcha de procissão do sertão de Pernambuco, do repertório da Banda de Pífanos de Caruaru, ganhou ares africanos. E "Cascudo (As Sereias do Caruaru)" (César Michiles/ Roque Neto) anima o repertório com uma levada de forró "mais urbana". Divulgação Cena de "Diário de Naná" "Zumbi", do próprio Naná, é resgatada do disco homônimo de 1983 com elementos eletrônicos. "Compus o Zumbi velho --que é o pai grande--, o Zumbi filho e o Zumbi neto. Por isso a música tem o eletrônico com o orgânico", explica Naná. "Parece feita por um DJ, mas o DJ no caso sou eu", diverte-se. Como uma reverência a Villa-Lobos, uma de suas várias influências, o percussionista gravou "O Canto do Cisne Negro". "As composições de Villa-Lobos têm um lado visual forte, o que me ajuda muito a compor e tocar como se pintasse, pensando na imagem. Essa música tem todo o cenário, á água, tudo", descreve. Ainda sem data definida para apresentar-se em São Paulo, Naná lançará "Chegada" nos dias 11, 12 e 13 de agosto no teatro Rival BR, no Rio de Janeiro. Depois, parte para Sorocaba (interior de SP), Uberlândia (MG) e volta para o Rio em setembro. Documentário Em fase de edição, o documentário "Diário de Naná" ainda não tem data definida para lançamento. A produção traz o percussionista em uma incursão ao Recôncavo Baiano, onde foi recebido por personalidades do candomblé legítimo, que lhe mostraram a música e a cultura da região. Divulgação Filme apresenta ritmos do Recôncavo Baiano "É a coisa pura, não o candomblé para turista. Hoje, nos candomblés famosos, com um mês a pessoa se torna filha-de-santo", diz Naná. "Conheci Mãe Filhinha, com 101 anos. A babalorixá Gaicu Luísa, que acaba de morrer, me recebeu, ela que era conhecedora de muitos dialetos, como jêje, nagô, kêtu." O documentário inclui ainda um encontro com a cantora Virgínia Rodrigues no porão do Mercado Modelo, em Salvador. Tudo sem ensaios, "de primeira". "Foi tudo muito forte. Quando o choro vinha, vinha mesmo", diz Naná. "Sou isso que você está vendo. Minha vibração é essa." http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u52235.shtml _______ Naná Vasconcelos lança CD Chegada pela gravadora Azul Music Naná Vasconcelos é reverenciado por grandes nomes da música nacional e internacional e reconhecido como o melhor percussionista do mundo, em diversas ocasiões. Considera o corpo e a voz as suas mais preciosas formas de expressão musical, e por isso, não faz questão de contabilizar as dezenas de instrumentos que utiliza. Vários deles são conhecidos, como os tambores e o berimbau. Outros, sem nome, são criações do próprio artista que gosta de utilizar matérias-primas da natureza, como o chocalho de cascas de nozes. Chegada, faixa que dá nome ao álbum, foi concebida originalmente na década de 70, quando Naná morava em Paris. A inspiração musical foi a imagem do primeiro negro que pisou no Brasil. Era tocada com o corpo (voz e percussão corporal). Mais de 30 anos depois, Chegada ganhou um arranjo que enriqueceu a sua melodia e harmonia. A faixa “O Canto do Cisne Negro” de Villa-Lobos ganhou adaptação especial. Inspirada no cisne que canta somente quando vislumbra a própria morte, é uma música mais densa e profunda do grande compositor brasileiro, e contrasta com o restante do álbum, de músicas mais alegres. “É um álbum que soará no palco, exatamente como o disco foi gravado”, comenta Naná. O CD Chegada nasceu do encontro de Naná com o incrível quarteto que mescla juventude e brilhantismo formado por César Michiles (flautas e saxes), Lui Coimbra (cello, charango e violão), Chiquinho Chagas (piano, teclados e acordeon) e Lucas dos Prazeres (djembe, congas, pandeiro, percussão e charme). Ao longo de sua carreira, Naná Vasconcelos morou mais de trinta anos em Nova York e Paris, e mesmo assim, diz nunca ter saído do Brasil, pois sempre levou consigo a música brasileira como inspiração. Durante o período que morou no exterior, Naná estabeleceu diversas parcerias bem sucedidas com Pat Metheny, B.B King, David Byrne, entre outros. No Brasil destacam-se os trabalhos ao lado de Milton Nascimento, Caetano Veloso e Itamar Assumpção, além fazer trilhas sonoras de filmes e peças teatrais. http://www.ejazz.com.br/agenda/sp-detalhes.asp?cdEvento=2616&cdLocal=77